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Marambiré – Corporalidade, Música e Fé – Rumos Itaú Cultural 2015-2016

por Duanne Ribeiro

Documentário que mostra como a dinâmica do marambiré (dança de origem africana propagada pelos escravizados) ocorre na comunidade do Pacoval, com a participação de 120 famílias. Os depoimentos dos mestres populares do marambiré e da comunidade retratam de que maneira a manifestação resiste há mais de um século, perpetuando raízes e memórias africanas na região amazônica, e como essa dança se tornou símbolo da identidade da população quilombola do Baixo Amazonas.

O diretor é quilombola, nascido em Boa Vista, na Amazônia, a primeira comunidade de remanescentes de quilombos a receber o título coletivo e definitivo de suas terras, em 1995.

Origem: Belém/PA, Brasil
Regiões impactadas: Amazonas e Pará

Créditos
Presidente: Milú Villela
Diretor-superintendente: Eduardo Saron
Superintendente administrativo: Sérgio Miyazaki
Gerente do Núcleo de Comunicação e Relacionamento: Ana de Fátima Sousa
Coordenador do Núcleo de Comunicação e Relacionamento: Carlos Costa
Produção Rumos Itaú Cultural: Mayra Koketsu
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenadora de conteúdo audiovisual: Kety Fernandes Nassar
Produção audiovisual: Caroline Rodrigues
Captação e edição: Douglas Lambert (terceirizado)

A herança africana no Brasil é o foco de dois médias-metragens apoiados pelo Rumos 2015-2016 que enfatizam vivências quilombolas: Marambiré – Corporalidade, Música e Fé, de André dos Santos, sobre o marambiré, manifestação cênica, musical e religiosa da comunidade Pacoval, de Alenquer, no Pará; e Furna dos Negros, de Wladimir Franklyn Lima de Almeida, sobre o quilombo Tabacaria, em Palmeira dos Índios, em Alagoas. As duas produções estão atualmente em montagem.

Para ambos os diretores, o interesse pela recuperação da memória dos povos negros vem tanto de uma curiosidade pelo outro como de uma reelaboração pessoal. André fala da sua vontade de “mostrar a pluralidade sociocultural amazônica” e Wladimir ressalta a redescoberta da sua identidade, processo que foi “natural como um chamado, algo que se sente sem explicar”. Nos depoimentos a seguir, eles comentam a origem dos projetos e as suas escolhas estéticas e políticas.

 

fonte: http://www.itaucultural.org.br/rumos-2015-2016-marambire-e-furna-dos-negros

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